ele vem chegando. e feliz vou esperando. a espera é aflita. mas eu espero cantando...
:)
branco neve
e fui retirando cada prego tosco do caminho. desenrugando os nós. alisando as quinas. aplainando as imperfeições. tudo branco. branco neve. branco zero. até doer nos olhos. e eu, que sempre fui uma moça de cores, saí desbotando todas elas. arrancando a pele. às vezes, fechar as feridas também dói. porque tem horas que você se apega a elas. mas fui assim nessa estrada que tenta voltar ao lugar nenhum. onde as coisas não eram ainda. assim como se fosse possível um pouco de nada para ver e para pensar. amanhã, eu começo a colocar os quadros de volta às paredes.
ps: dida, só porque tu pedistes, tá?
beijo!
só digo uma coisa
mostarda dijon, geleia de hortelã, geleia de pimenta, aspargos, foie gras, vinho, cerveja, azeite, manjericão, coentro, camarão... morrendo de saudades de cozinhar!